Artículos de opinión

Agronegocio: práctica y discurso

Enrique Castañón Ballivián

Jueves, 03 Agosto 2017

El caso de Bosque Tsimane

Ismael Guzmán T.

Martes, 18 Julio 2017

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El cuerpo de Nilce de Souza Magalhães, líder del Movimiento de los Afectados por Represas ( en portugués, Movimento dos Atingidos por Barragens – MAB), fue encontrado el martes (21) en el lago de la represa de la Usina Hidroeléctrica de Jirau, en la ciudad de Porto Velho, capital de Rondônia (RO) – región norte de Brasil.

La militante, desaparecida desde el último día 7 de enero, estaba con las manos y los pies amarrados con una cuerda y atada a una piedra. Ella fue encontrada por trabajadores de la hidroeléctrica a 400 metros de su antigua casa, en un campamento de pescadores en el río Mutum.

Las hijas de Nilce fueron llamadas al Instituto Médico Legal para reconocer el cuerpo. La confirmación, sin embargo, se tendrá con el resultado del examen de ADN, en aproximadamente 15 días. Según informaciones brindadas por el movimiento, un acto político en homenaje a Nilce será convocado en Porto Velho en breve.

A mais premente ameaça aos quilombolas em Oriximiná são os interesses minerários incidentes em seus territórios. Dados levantados pela Comissão Pró-Índio junto ao Departamento Nacional de Produção Mineral/Ministério de Minas e Energia, em março de 2016, indicavam a existência de mais de 85 processos minerários em terras quilombolas em diferentes etapas sobrepondo-se à 24% de sua dimensão total.  

Apenas a Mineração Rio do Norte (MRN) já desenvolve atividades no município de Oriximiná. A empresa que tem a Vale como acionista majoritária é a maior produtora de bauxita do Brasil. Todo o minério é extraído do interior da Floresta Nacional Saracá-Taquera, unidade de conservação federal. Em 2013, a MRN obteve Licença de Operação do Ibama para explorar o platô Monte Branco localizado no interior da Terra Quilombola Alto Trombetas 2.

Sem terem sido ouvidas, comunidades tradicionais intensificam mobilização contra sanção de PL 249/2013, já aprovado, que transfere à iniciativa privada 25 áreas florestais

São Paulo – Comunidades indígenas, quilombolas, caiçaras e outras tradicionais, residentes em áreas que compõem os parques e unidades de conservação estaduais que deverão ser concedidos à iniciativa privada, reivindicam a autogestão. Reunidos em consulta pública na tarde de ontem (23), na Assembleia Legislativa de São Paulo, suas lideranças reafirmaram a resistência contra o Projeto de Lei (PL) 249/2013.

De autoria do governo, o projeto aprovado no último dia 1º, às vésperas do Dia Mundial do Meio Ambiente, autoriza o governo a conceder, por até 30 anos, 25 áreas florestais localizadas em várias regiões do estado para exploração econômica.

Em entrevista, Rosélia Batista, do programa da FASE na Bahia, conta um pouco da história real de construção da Cooperativa dos Trabalhadores na Agricultura Familiar, Economia Solidária e Sustentável dos Municípios de Mutuípe e do Vale do Jiquiriçá (Coopeípe)

Em meio à crise no país, a experiência de uma cooperativa na Bahia inspira e anuncia uma nova economia. Rosélia Batista, do programa da FASE no estado, explica que a instituição gera valores para além dos financeiros, como a solidariedade e a comercialização justa. “Estamos trabalhando o cooperativismo”, ressalta. A ideia é permitir uma melhoria de vida, com autonomia no trabalho, e o cultivo de alimentos realmente saudáveis. No meio do caminho, muito se debate sobre direitos, meio ambiente e o combate ao uso de agrotóxicos.

O Conselho Indígena de Roraima (CIR), diante do massacre cometido contra os povos indígenas Guarani e Kaiowá, da Terra Indígena Dourados – Amambai Peguá, município de Caarapó do estado de Mato Grosso do Sul, ocorrido nesta terça-feira, 14, tirando a vida de mais uma liderança indígena, Clodiodi Aquileu Rodrigues de Souza, 26 anos, e deixando outros seis gravemente feridos, entre eles, uma criança, veemente repudia o massacre e ao mesmo tempo, manifesta ao Estado e a sociedade brasileira um questionamento. Até quando esse massacre contra nós povos indígenas do Brasil, contra os povos indígenas de Mato Grosso do Sul?

De longe acompanhamos tamanho massacre, violência e ameaça cometido contra nossos parentes indígenas de Mato Grosso do Sul, mas podemos sentir na pele a dor da violência, da morte, a agonia da perseguição, sobretudo, da falta de sensibilidade e respeito humano que nos afetam cotidianamente.