Artículos de opinión

Cuando los extractivismos y la corrupción se encuentran

Eduardo Gudynas

Jueves, 09 Noviembre 2017

Indígenas avasallados por otros indígenas en Bolivia

JOSÉ LUIS BAPTISTA MORALES

Domingo, 29 Octubre 2017

Argentina: No podemos permitir que nos fumiguen con Agrotóxicos

Movimiento Nacional Campesino Indígena

Martes, 24 Octubre 2017

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Sería una bomba en la cabeza de los vecinos y trabajadores”, alerta un afectado sobre la posible ruptura del tercer dique de contención. A más de 20 días del derrame, militantes denuncian que la empresa responsable todavía no atiende de forma eficaz a las víctimas. 

El mayor desastre ambiental de la historia de Brasil cumple hoy 22 días. La rotura de dos diques de contención de la minera Samarco en el municipio de Mariana (Minas Gerais), liberó en el poblado de Bento Rodrigues 62 millones de metros cúbicos de barro tóxico, lo que equivale a 62 billones de litros. 

Joceli Andreoli, de la coordinación del Movimiento de los Afectados por Represas (MAB, por su sigla en portugués), enfatizó que estos más de 20 días muestran una situación calamitosa.

No ritmo da viola e das cirandas o I Encontro Nacional de Agricultura Urbana (ENAU) iniciou nesta tarde (21/10) suas atividades na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Com mais de 250 representantes de organizações e agricultores (as) de todas as regiões do país, o evento busca refletir sobre o tema, discutir políticas públicas no âmbito federal, fortalecer o coletivo e promover trocas de experiências. A atividade é realizada pela Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), o Coletivo Nacional de Agricultura Urbana e o Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN). Uma feira com produtos agroecológicos de todo o Brasil está exposta ao público.

Por Eduardo Sá, da ANA. Foto: Wanessa Marinho/CTA-ZM.

Movimentos sociais reforçaram a importância de avanços nas políticas públicas para a agricultura familiar e para os povos e comunidades tradicionais, e reivindicaram o lançamento do Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara) durante o Seminário Dialoga Brasil Agroecológico, no Palácio do Planalto. O evento ocorreu entre os dias 16 e 18 de setembro e contou com a participação de Miguel Rossetto, ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, e Patrus Ananias, ministro do Desenvolvimento Agrário, além de representantes do movimento agroecológico de todo o Brasil. A atividade teve como objetivo a construção de propostas para o segundo Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, previsto para 2016 a 2019. 

"Invadem área pública, terra indígena ou assentamento, não dão a mínima para o aparato legal, que é totalmente frágil nesses confins, e aplicam o seu poder. Qual o objetivo: os saqueadores primeiro vendem a madeira, mas o que eles querem é a terra, que depois será convertida em pastagem ou em campo de soja."

Oficialmente eles são chamados de madeireiros, mas como em qualquer estatística registra que entre 50 e 80% da madeira que sai da região é ilegal, portanto, são saqueadores. Invadem área pública, terra indígena ou assentamento, não dão a mínima para o aparato legal, que é totalmente frágil nesses confins, e aplicam o seu poder. Qual o objetivo: os saqueadores primeiro vendem a madeira, mas o que eles querem é a terra, que depois será convertida em pastagem ou em campo de soja. É assustador um levantamento realizado pelo pesquisador João Carlos de Souza Meirelles Filho, para o Museu Emílio Goeldi: até 2030, considerando a expansão média de 1,7% na pecuária nacional, a Amazônia terá mais de 103 milhões de bois. Significa criar, recriar e engordar, na linguagem técnica, mais 20 milhões de cabeças e, no mínimo, que precisarão de mais 16 milhões de hectares de pastagens.

A “Carta de Outro Preto” foi elaborada durante o V Encontro da Articulação, evento que ocorreu após a realização de caravanas em territórios afetados por atividades ligadas à mineradora em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Pará

O V Encontro Internacional das Atingidas e Atingidos pela Vale, que aconteceu entre os dias 13 e 15 de agosto, na cidade de Ouro Preto, reuniu cerca de 100 participantes para debater as experiências e traçar estratégias no enfrentamento das violações cometidas pela mineradora Vale por todo o mundo. O evento ocorreu no coração da região mais afetada pela mineração em Minas Gerais, o chamado Quadrilátero Ferrífero. Antes do evento foram realizadas duas caravanas que percorreram áreas diretamente prejudicadas pela ação da mineradora.