Artículos de opinión

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Fuente: Agência Informativa Pulsar Brasil

Em 2017, comunidades tradicionais, povos indígenas e movimentos sociais de nove países da América Latina irão se reunir no Fórum Social Panamazônico,  entre os dias  28 de abril e primeiro de maio, na cidade de Tarapoto, no Peru. Para colocar em pauta desde já os temas que serão abordados no encontro, a Pulsar Brasil lança uma série de dez reportagens especiais.

A série “Fórum Social Panamazônico – Um olhar do Brasil” traz a voz de especialistas e dos povos tradicionais sobre os temas que envolvem a vida, a identidade e os problemas enfrentados na floresta.

Os danos causados pela exploração de petróleo na Amazônia  são de ordem social e ambiental. Quando a extração do minério é feita na região, os riscos de contaminação das águas e destruição de comunidades tradicionais e indígenas acabam sendo muito altos.  Nesta reportagem, a Pulsar Brasil alerta para os problemas trazidos pelas petroleiras e relembra ainda casos graves envolvendo o derramamento de petróleo na floresta amazônica.

Ouça a reportagem aqui.

Fuente: Comissão Pró-Índio de São Paulo

Imagen: Carlos Penteado/CPI-SP

Ronaldo Silva/Ascom DPE-PA

 

Ao final do evento, o Superintendente do DNPM no Pará assumiu o compromisso de defender a demanda por revisão das ações de emergência da Mineração Rio do Norte, em Oriximiná. Atualmente, não existem projeções dos impactos de eventual rompimento para as comunidades quilombolas e ribeirinhas localizadas a jusante das barragens.

Dificuldade de acesso às informações, limitações das avaliações de impacto ambiental, ausência de projeções de riscos para a população, falta de diálogo com as comunidades locais. Essas são algumas das questões trazidas pelos participantes do debate “Barragens de Mineração: impactos e riscos - O caso de Oriximiná”, promovido na última segunda-feira (21/11) em Belém pela Comissão Pró-Índio de São Paulo e a Defensoria Pública do Estado do Pará. 

Fuente y créditos de fotografía: Nueva Sociedad

Opinión/ Yamila Goldfarb

El golpe institucional en Brasil y las transformaciones en las políticas de desarrollo para el campo

Michel Temer modifica el plan de desarrollo del agro brasileño y recorta programas sociales

Brasil es uno de los países con mayor concentración agropecuaria en el mundo. Según los datos del último censo agropecuario del Instituto Brasileño de Geografía y Estadística (IBGE) de 2006, la agricultura familiar representaba 84,4% de los establecimientos rurales brasileños.

Nota e fotografia: MST

O MST denuncia a “escalada da repressão contra a luta pela terra, onde predominam os interesses do agronegócio associado a violência do Estado de Exceção” após ação da Polícia Civil do PR nesta sexta.

Nesta sexta-feira (4), o MST amanheceu sobre os holofotes da criminalização. Uma ação truculenta da polícia, batizada de “Castra”, envolveu três estados, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, e teve como principal objetivo prender e criminalizar as lideranças dos Acampamentos Dom Tomás Balduíno e Herdeiros da Luta pela Terra, militantes assentados da região central do Paraná.

El investigador Valdemar João Weisz Jr., de la Universidad Federal de Integración Latinoamericana (Brasil), ha estudiado la expansión de los cultivos de soya en el Cono Sur (Argentina, Brasil y Parguay). Su disertación abrió la Conferencia Repensando el modelo agrario boliviano – Situación actual y dinámicas de cambio, realizada el 25 y 26 de octubre de 2016.

El monocultivo de la soya se ha expandido tanto en la última década que actualmente abarca una extensión similar a la ocupada por Alemania, Portugal y Bélgica juntos. Entre 1970 y 2015, la producción de la soya creció en 107 veces en el Cono Sur, contra 3,6 veces en los demás países de la región.