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Cerca de 11 mil pessoas ligadas a entidades e movimentos sociais do campo e da cidade, realizaram nesta terça-feira (12) manifestos em diversas regiões do estado do Paraná.

Os agricultores familiares fecharam as rodovias nas cidades de Marmeleiro (PR 180), Cascavel (BR 277), Curitiba (BR 116), Pitanga (PR 466), Candói (BR 277), Quedas do Iguaçu (Fazenda Araupel) e Mauá da Serra (BR 376). O ato aconteceu também nos Estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo.

O objetivo principal foi reivindicar ações concretas do poder público, chamando atenção da sociedade sobre a importância de políticas estruturantes de consolidação e fortalecimento da agricultura familiar e camponesa, a Reforma Agrária e a agroecologia.

“Planejamento traz estratégias. Ainda precisamos de mais esclarecimentos para saber como essas questões de planejamento podem trazer mais elementos para apoiar na preservação do território como está”, Cleucilene – Quilombo Abui.

Nos dias 21 a 24 de julho, a Associação Mãe Domingas, a Cooperativa do Quilombo e a Comissão Pró-Índio de São Paulo promoveram a primeira série de oficinas destinadas a apresentar e discutir novas ferramentas para planejamento e gestão territorial no território Alto Trombetas onde vivem cerca de 180 famílias distribuídas em cinco comunidades. As duas oficinas, facilitadas por Stéphanie Nasuti e Vanusa Babaçu, foram viabilizadas com o apoio de ICCO e do PNUD. As oficinas transmitiram fundamentos teóricos sobre as noções de planejamento, gestão e suas aplicações ao território. 

Responsável por 23% de toda a riqueza gerada no país, o setor do agronegócio sabe que seu apoio pode ser decisivo tanto na eleição quanto na governabilidade de um presidente. Por isso, nesta quarta (6), a Confederação Nacional da Agricultura (CNA) convocou os três candidatos melhores posicionados nas pesquisas para uma espécie de sabatina.

Ao final, cada um deles recebeu o documento “O que esperamos do próximo presidente 2015-2018”, que condensa as expectativas dos grandes produtores rurais para o próximo mandato. O setor reconhece que, na última década, o agronegócio cresceu como nunca. A produção, hoje, é 70% maior do que na época em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiu o poder. As commodities agrícolas responderam por 44% das exportações brasileiras nos primeiros quatro meses deste ano.

Integrantes de movimentos sociais e cientistas pediram o apoio do papa Francisco para convencer o governo brasileiro a suspender todas as licenças ambientais que autorizam o cultivo e o uso de transgênicos e derivados no Brasil.

Em carta enviada ao Vaticano no final de abril deste ano, oito pesquisadores de seis países sustentam que a possibilidade de as empresas multinacionais registrarem a propriedade de formas de vida, como sementes, e processos vivos ameaça a segurança alimentar, estimula a biopirataria e, portanto, deve ser impedida.

Encomendada pela Via Campesina (entidade internacional que reúne organizações de vários países) a cientistas simpáticos aos movimentos sociais, a carta se soma a uma série de iniciativas organizadas por entidades da sociedade civil organizada, inclusive a um abaixo-assinado contra os organismos geneticamente modificados (OGMs), de 2009, ratificado por mais de 800 pesquisadores. Uma cópia do documento enviado ao papa foi entregue à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

La Amazonía brasileña perdió en junio más de 800 km* de selva, un 358% más que en mayo, cuando se talaron 184 km*, según revela una investigación del Instituto Amazon realizado en base a imágenes captadas por satélite en los nueve Estados que forman la cuenca hidrográfica del Amazonas.

La deforestación ha sido de récord, puesto que fue más del doble que en los primeros cinco meses del año, que sumaron cerca de 400 km*. Al estado de Pará le corresponde más de la mitad del área deforestada, con el 54% del total, seguido de Amazonas --el mayor estado del país y el que concentra mayor parte de selva--, con 16% y Rondônia (15%), Mato Grosso (14%) y Acre (1%).